A cabine costuma estar disponível
A maioria dos gatos adultos fica confortavelmente dentro dos limites de peso combinado (pet mais caixa de transporte) que as companhias aplicam à viagem em cabine, geralmente em torno de 8 kg, mas variando por companhia. Isso torna a cabine a opção padrão para gatos, de um jeito que não é para cães de porte médio e grande. A restrição raramente é o animal, e sim a aeronave: o número de pets por cabine é limitado, e algumas rotas de longa distância simplesmente não os permitem. Alguns destinos, incluindo o Reino Unido, não permitem que pets cheguem pela cabine, seja qual for o tamanho.
Os documentos são idênticos
Gatos seguem a mesma estrutura de importação que os cães. Microchip ISO, vacina antirrábica aplicada depois do chip, um período de espera de pelo menos 21 dias para a UE, e um atestado de saúde dentro da janela do destino — tudo se aplica. Gatos são cobertos pelo esquema do Passaporte de Pet da UE junto com cães e furões. A vacina antirrábica usada precisa ser licenciada para gatos, o que vale a pena confirmar com o veterinário, e o tratamento contra a tênia exigido pela Grã-Bretanha, Irlanda, Finlândia, Malta e Noruega vale só para cães.
Escolhendo a caixa de transporte
Uma bolsa de tecido que abre por cima é mais fácil de colocar um gato relutante dentro do que uma que só tem porta na frente. Procure uma base rígida e impermeável, um forro absorvente removível, tela em pelo menos dois lados e zíperes que possam ser travados: gatos são craques em abrir um zíper por dentro, e um mosquetão pequeno ou uma braçadeira nos puxadores resolve isso. A bolsa ainda precisa caber embaixo do assento, deixando o gato ficar de pé e virar. Forre com algo que já tenha o cheiro de casa.
A inspeção de segurança pega gente desprevenida
Na maioria dos aeroportos, a caixa passa pelo raio-x vazia, o que significa segurar o gato no colo enquanto você atravessa o detector. É aqui que os gatos fogem. Coloque uma peitoral bem ajustada com uma guia curta antes de sair de casa, mantenha a guia presa ao seu pulso, e pergunte se existe uma sala de inspeção privada; muitos aeroportos oferecem uma, se solicitada. Tire o gato e coloque-o de volta na caixa só quando a bolsa estiver fechada e no chão, nunca numa esteira em movimento ou num balcão aberto.
Mantendo o gato calmo
Apresente a caixa de transporte semanas antes como um móvel comum, com a porta removida e petiscos dentro, para que ela pare de sinalizar uma ida ao veterinário. Um spray sintético de feromônio felino aplicado na cama, uns 15 a 30 minutos antes da saída, dá tempo para secar. Evite uma refeição grande nas horas antes do voo, mas deixe água disponível até a saída para o aeroporto. Sedativos geralmente são desaconselhados para viagens aéreas; se o seu gato fica muito estressado, converse sobre opções ansiolíticas e uma dose de teste em casa, bem antes da viagem.